sábado, junho 07, 2014


Alguns infinitos são maiores que outros

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sábado, maio 31, 2014


Dois Sorrisos- Móveis Coloniais de Acaju

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  As quatro estrelas do meu céu são suas
  E os oito postes da avenida são meus
  E se você quisesse todos eles te dava
  Lembra, minha luz, foi você quem me deu
 As sete cartas do tarô são suas
 E os dez destinos mais prováveis são meus
 E se você pedisse para abrir um caminho
 Este iria dar na nossa casa, meu bem
 As trinta e uma rosas do jardim são suas
 E há somente um cravo, que é meu
 E se você quisesse um arranjo ou um buquê,


 Minha querida, o cravo era...

Deixemos esta conversa aberta pra depois

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 Logo pra nós que a poesia é sincera.

segunda-feira, novembro 11, 2013


Deixa disso

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Ela não está bem, tudo se quebrou mais uma vez, como num passe de mágica. Tudo que podia desabar desabou, e de uma vez. Um aperto no peito, tudo confuso. Parece que tudo está se repetindo, ela já conhece aquela história, e lembra como se machucou da última vez.

Talvez se tivesse feito escolhas diferentes, não sido tão dura consigo mesmo, ignorado o medo, agido de outra forma, ter ido naquele churrasco aquela vez.
Mas ela só quer pisar no acelerador e começar de novo para ver se essa dor passa.

Deixa disso garota.

Chore o quanto tiver que chorar, fique na sua cama o quanto precisar, deixe esse dor ir com o vento, deixa o tempo passar e ver no que vai dar.
Aconteceu, não tem mais como voltar e mudar, pensar que assim poderia ser diferente.
Essa dor com o tempo vai amenizar, vai passar, eu te prometo, e mesmo depois de tudo você vai voltar a sorrir.



segunda-feira, setembro 30, 2013


Fica, por um minuto ou uma hora

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Três e meia da manhã, droga.
Não consigo dormir bem há dias e nessas madrugadas vazias nada anda sendo tão interessante como era.

Tento arrumar algo bobo para me distrair, para não lembrar de você e dessa história toda. Nada na televisão, e internet a essa hora nem está me animando.

A solução foi voltar para a cama. Deitei. Virei para o lado. Não consegui mais suportar tudo que estava acontecendo. As lágrimas começaram a escorrer e dane-se a razão. Ali naquela quarto escuro talvez eu conseguisse nem que por um minuto me esconder de tudo, até de mim mesma.

Mesmo assim, você não sai da minha cabeça. Vem cá, fica aqui comigo, nem se for por um minuto ou uma hora.
Desde o começo soube que podia não dar certo, que talvez fosse doer, mas não me importei.

Jogo fora a razão, me arrisco e persisto em você.

E aí, adolescente? (2011-2013) Todo o conteúdo é criado pela equipe do blog e qualquer cópia total ou parcial devem ser creditadas ao seu devido autor. Gabriela Junqueira